SINOPSE
Tempos de radicalismo trazem à tona a fragilidade das vidas, refletida em notícias que expõem ameaças e exterminações. Crianças e jovens sentem a pressão de um mundo que os coloca em risco, enquanto mães enfrentam a dor de se sentirem “órfãs” de seus filhos, clamando por proteção nas escolas e entre educadores.
Questões éticas, políticas e pedagógicas emergem, exigindo respostas da educação e da docência. A busca por um ambiente seguro e acolhedor se torna essencial para enfrentar as adversidades que ameaçam a vida e a formação dos educandos.