SINOPSE
Confrontando visões tradicionais da história da arte, a narrativa provoca reflexões sobre as potências fantasmáticas das imagens. Através de uma experiência que desmantela cronologias e demarcações temporais, revela-se uma antropologia das imagens, onde a memória irrompe pelos tempos, trazendo à tona silhuetas e ícones das culturas. O universo warburguiano é explorado, destacando suas influências e conceitos, enquanto os paradoxos temporais das imagens são analisados.
Os processos tensivos entre identificação e alteração, ordem e caos, são discutidos, evidenciando as contradições dos não saberes. As vozes que ecoam ao longo da obra abrangem desde a historicidade até a fenomenologia do tempo psíquico, revelando um fantasma que persiste e enriquece as reflexões sobre a origem e a sobrevivência das imagens na história da arte.