Luz contra luz (YMAGO ensaios breves)

Georges Didi-Huberman

SINOPSE

Considerando a alegoria poética da luz presente na obra de um renomado cineasta, a análise propõe uma reflexão sobre a visualidade e a luta entre diferentes luzes. A coexistência de uma luz dominante e outra discreta revela a tensão entre história e mito, enquanto a presença de pirilampos simboliza um desejo iluminante que se destaca na escuridão. Essa dualidade é explorada através de exemplos de artistas como Lorca, Dalí e Eisenstein.

A perspectiva sociológica e fenomenológica se entrelaçam, questionando o que é visto sob a luz e como isso se relaciona com a experiência do olhar. A intermitência dos pirilampos sugere que a esperança e a crítica podem emergir da estética, refletindo uma posição política que ressoa com as ideias de Goethe, Benjamin, Bloch e Adorno.

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