SINOPSE
A experiência do tempo envolve aspectos psíquicos, corporais e espaciais que nos guiam na percepção do visível e das imagens. Através da memória e do desejo, a relação entre ver e estar se torna uma dinâmica que revela a complexidade do saber visual, desafiando a ideia de que as imagens devem ser reduzidas a meros documentos ou chaves interpretativas.
O ensaio explora como as imagens operam como cristais do tempo, manifestando questões éticas e políticas intrínsecas à subjetividade. Ao interrogar o tempo, busca-se aprofundar a crítica ao saber histórico, permitindo que as imagens sejam vistas em sua plenitude e potencialidade.
