SINOPSE
O conceito de veganismo surgiu em 1944, impulsionado por um grupo da Vegan Society no Reino Unido. A análise histórica proposta revela como esse movimento excluiu diversas identidades políticas, refletindo as particularidades econômicas e sociais da época. Através da investigação de publicações da Sociedade Vegana, é possível entender a persistência do veganismo europeu como um fenômeno contemporâneo, que se entrelaça com a lógica do capitalismo.
Críticas ao veganismo são apresentadas, destacando a necessidade de uma base ética e política que transcenda a lógica capitalista. O texto também dá voz a diversas identidades que desafiam as origens coloniais do conceito, promovendo um diálogo inclusivo e plural sobre as múltiplas formas de veganismos que emergem na sociedade atual.