SINOPSE
Falar sobre antiespecismos subversivos implica reconhecer a urgência de discutir o especismo sob uma perspectiva social e histórica. Essa abordagem desafia as ontologias binárias e coloniais, trazendo à tona vozes e culturas frequentemente invisibilizadas, que abordam o antiespecismo de maneiras que vão além do veganismo tradicional.
Esse movimento busca conectar práticas milenares e novas propostas (anti)sistêmicas, promovendo um diálogo sobre mundos mais-que-humanos. A reflexão sobre a reivindicação do veganismo se entrelaça com a afirmação de que antiespecismos subversivos sempre existirão, resistindo a moldes hegemônicos e oferecendo respostas potentes.