SINOPSE
Portugal, na segunda metade do século XIX, testemunha um esforço contínuo para definir sua identidade cultural. Autores da época buscam construir gramáticas identitárias que refletem uma “comunidade imaginada”, promovendo discursos que celebram as diferenças e tentam minimizar as divergências internas. Esse processo de formação identitária é influenciado por uma elite senhorial, que se destaca em meio à burguesia urbana.
A análise das narrativas de identidade na cultura moderna portuguesa revela como a coesão e a legitimidade se entrelaçam com a cultura popular, destacando a importância das tradições locais na construção do sentido nacional.
