SINOPSE
Revolucionando a semiologia, um renomado pensador explora a primazia da interpretação em ensaios escritos entre 1985 e 1990. A obra defende que a ideia de um texto ser potencialmente infinito não implica que toda interpretação tenha um desfecho satisfatório. Essa reflexão provoca uma reviravolta no entendimento sobre a relação entre texto e leitor.
Com um novo desafio em mente, a busca pelos limites da interpretação se torna central, levando a questionamentos profundos sobre a natureza do significado e a experiência de leitura. Uma análise instigante que convida à reflexão.
