SINOPSE
Visões críticas e antropológicas se entrelaçam em uma análise do atual Sistema Penal e da precarização da legislação criminal. Através do método psicanalítico, nuances importantes são observadas, destacando a Justiça Restaurativa como uma esperança em meio a um cenário desafiador. O leitor é convidado a se tornar protagonista dessa transformação, promovendo um futuro que valoriza a empatia e a compreensão mútua.
A proposta de diálogo entre Psicanálise e Direito desafia a ideia de tratar as ciências humanas como exatas. A crítica apresentada revela a necessidade de um olhar mais humano, questionando como podemos alcançar um futuro mais justo e solidário.