SINOPSE
Questões sobre racismo e diversidade na indústria musical brasileira são abordadas de forma incisiva, revelando a alarmante sub-representação de mulheres e afrodescendentes em posições executivas. Dados indicam que, em 46,4% das organizações, a presença de negros varia de 0% a 15%. Comparações internacionais mostram que a desigualdade persiste, com apenas 13,9% dos executivos pertencendo a grupos raciais sub-representados.
A mudança no cenário é lenta, com desafios significativos para a inclusão de artistas negros e mulheres. O algoritmo de serviços de streaming, por exemplo, tende a favorecer músicas de homens, refletindo uma cultura que ainda precisa evoluir para garantir maior diversidade e igualdade.