SINOPSE
Nomear o absurdo pode ser o primeiro passo para desmistificá-lo. Se você já se viu criando um grupo de WhatsApp às 23h47, adicionando várias pessoas e abandonando o chat com um simples “foi mal, surtei”, encontrará identificação nas crônicas que exploram a mente de quem vive com transtornos. As páginas revelam experiências intensas, desde os altos impulsivos até os baixos silenciosos, abordando a luta por estabilidade em meio ao caos emocional.
Essas reflexões mostram que a bagunça é uma experiência compartilhada, revelando como o medo pode nos levar a destruir o que é bom. A leitura oferece um olhar honesto sobre a complexidade da saúde mental, sem promessas de soluções fáceis, mas com a certeza de que não estamos sozinhos nessa jornada.