SINOPSE
A crescente incidência de crimes contra bens públicos e privados no Brasil revela uma crise social alarmante, mesmo em meio ao avanço do conhecimento jurídico e a iniciativas sociais. A compulsão por roubar reflete uma patologia que exige uma abordagem inovadora, já que as soluções tradicionais têm se mostrado ineficazes. As instituições acadêmicas precisam reconhecer a relação entre o aumento da violência e a falta de exemplos positivos por parte de líderes e autoridades.
Para Aristóteles, a responsabilidade de formar cidadãos éticos recai sobre os legisladores, que devem servir como modelos de conduta. Essa reflexão é essencial para entender a dinâmica da criminalidade e buscar soluções efetivas para a construção de uma sociedade mais justa e cidadã.
