SINOPSE
Na década de 1980, o movimento da educação matemática crítica emerge, focando nos aspectos políticos dessa disciplina. Questões como a quem interessa a organização da educação matemática e para quem ela deve ser voltada são centrais nesse debate. A perspectiva democrática é essencial, pois sua ausência pode transformar a educação em um mero instrumento de domesticação em uma sociedade tecnológica.
Propostas de trabalho com projetos, inspiradas na modelagem na educação matemática, surgem como alternativas para integrar a democracia nas práticas pedagógicas. Essa abordagem busca fomentar um ambiente de aprendizado mais inclusivo e reflexivo nas salas de aula.