SINOPSE
Questões sobre a presunção de conhecimento do direito e suas interações com os meios de comunicação são exploradas de maneira profunda e instigante. A importância de integrar esses meios na pesquisa dos fenômenos jurídicos é evidenciada, considerando a oralidade, a escrita e a imprensa, além de outros elementos como a fotografia e o cinema, que influenciam a aplicação do direito.
A análise se expande para a era digital, onde a internet se torna fundamental na comunicação contemporânea. A experiência da autora como juíza e professora enriquece a discussão sobre as interações entre direito e arte, oferecendo uma nova perspectiva sobre esses temas.