SINOPSE
Uma análise profunda da Teoria da Constituição na América Latina revela a influência de três grandes matrizes europeias entre os séculos XVII e XVIII. O estudo do constitucionalismo latino-americano abrange os últimos 200 anos, período em que mais de cem constituições foram promulgadas em 16 países. As primeiras constituições, embora não inovadoras, foram moldadas por modelos dos colonizadores, refletindo a diversidade cultural da região.
A convivência entre indígenas, negros e europeus possibilitou o desenvolvimento do pluralismo jurídico e do multiculturalismo, fundamentados na ética da tolerância. Para compreender a identidade atual, é essencial reconstruir o percurso histórico, integrando saberes de diversas ciências como História, Sociologia e Antropologia, que contribuem para uma originalidade no pensamento sobre Constituição e Estado.