SINOPSE
Discriminação racial e desinformação se entrelaçam em uma sociedade ultraconservadora, ameaçando a democracia. A negação do racismo, enquanto persiste nas instituições, revela uma estratégia de silenciamento das vozes negras e deslegitima suas lutas, prejudicando a participação popular nas decisões. A análise se desdobra em três partes: as formas de racismo e a crítica à democracia racial, o racismo biopolítico segundo Foucault e sua relação com a teoria crítica da raça, e as fake news como ferramenta neoconservadora apoiada por governos e grandes empresas.
É essencial reconhecer a presença do racismo estrutural e lutar pela igualdade material, dando voz aos marginalizados. A obra busca iluminar essa complexa rede de discriminação e a necessidade de enfrentamento das práticas que sustentam a desigualdade.