SINOPSE
O avanço da biotecnologia, impulsionado pela técnica CRISPR-Cas9 e os desdobramentos do Projeto Genoma Humano, apresenta novas possibilidades terapêuticas e dilemas éticos. Nesse contexto, o Direito enfrenta o desafio de regulamentar negócios que envolvem a essência biológica do ser humano, levantando questões sobre a autonomia privada e a “coisificação” do indivíduo.
A análise da interseção entre Direito Negocial, Bioética e filosofia revela a complexidade dessas questões. A reflexão crítica sobre os riscos e as implicações éticas é essencial para compreender o futuro das terapias gênicas e seus impactos na sociedade.