SINOPSE
Uma análise aprofundada do campo institucional de administração de conflitos revela a importância do diálogo e do consenso, destacando o protagonismo das partes envolvidas. A justiça restaurativa é apresentada como um método promissor para resolver questões de natureza penal, impulsionando a discussão sobre a necessidade de uma mudança na abordagem dos delitos.
Dados de pesquisa de campo nos Juizados Especiais Criminais e nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro oferecem uma visão crítica sobre os rituais de administração de conflitos, permitindo reflexões sobre as ambiguidades e paradoxos da cultura jurídica brasileira.
