SINOPSE
A clausura institucional do Judiciário é uma realidade que se impõe. Juízes, desde os mais altos tribunais até os de primeira instância, frequentemente agem como se suas decisões fossem meramente pessoais, isolados em seus gabinetes. Essa visão, enraizada na tradição positivista e na filosofia da consciência, demanda uma reavaliação para que o Judiciário possa cumprir seu papel na sociedade contemporânea.
Representações atuais sobre a atuação dos juízes revelam a necessidade de discutir os pressupostos jusfilosóficos que fundamentam a jurisdição em um Estado Democrático de Direito. O debate sobre o modelo de juiz nas democracias modernas é essencial, trazendo críticas e sugestões para um futuro mais alinhado com os desafios da pós-modernidade.
