SINOPSE
Uma análise profunda revela o tratamento da mulher casada no Brasil ao longo dos séculos XX e XXI sob uma perspectiva jurídico-sociológica. Durante muito tempo, essa mulher foi considerada relativamente incapaz, necessitando da autorização do marido para realizar atos civis. A opressão masculina se manifesta desde a instituição familiar, refletindo um histórico de desigualdade que remonta ao primitivismo.
O sistema patriarcal brasileiro é examinado, destacando a resistência promovida por movimentos feministas e de mulheres. Esses movimentos foram cruciais para a transformação do status da mulher casada, influenciando a elaboração da Constituição de 1988 e defendendo os direitos e a igualdade de gênero.




