SINOPSE
“Camaradas! Quem toca neste livro, toca num homem.” Essa frase emblemática reflete a essência de uma coletânea poética que, ao longo de quatro décadas, se transformou em uma autobiografia lírica. Com poemas que celebram a natureza, o corpo e a morte, a obra desafiou as convenções da época, gerando reações hostis tanto do público quanto da crítica. A profundidade de seus versos livres revela temas universais que ecoam através do tempo.
Taxado de imoral, o autor enfrentou consequências severas, incluindo a demissão de seu emprego público e ameaças pessoais. A beleza de suas palavras, muitas vezes incompreendidas, coloca-o na mesma linha dos grandes profetas, que expressam verdades que poucos estão prontos para ouvir. A obra permanece como um marco na poesia, influenciando gerações e desafiando a percepção do que é considerado arte.
