SINOPSE
Relatos de vidas impactadas pela construção de uma barragem em Morada Nova de Minas-MG revelam a complexidade das relações entre justiça e direitos. Através de entrevistas, são exploradas as múltiplas dimensões do direito, destacando a subjetividade dos indivíduos e suas experiências em meio a políticas públicas implementadas na década de 1960.
A análise das narrativas permite compreender como a violência simbólica se manifesta nas histórias pessoais, evidenciando a exclusão das vozes no contexto político e econômico. Assim, emerge a necessidade de reconhecer o pluralismo jurídico e suas implicações nas noções de cidadania.