SINOPSE
Por meio de uma prosa poética, a narrativa transita entre o óbvio e o visceral, revelando questões afetivas que permeiam o imaginário feminino. Fragmentos mnemônicos emergem, refletindo a vivência do eu lírico, que se torna porta-voz de mulheres cujos corpos foram moldados por normas sociais. Os poemas, que oscilam entre o tom confessional e o colérico, protestam contra o olhar masculino, propondo uma nova perspectiva sobre o corpo feminino.
Através de uma linguagem que mescla curadoria e vulgaridade, a obra desafia convenções, transgredindo limites ideológicos. O pulsar do útero se transforma em uma instância compartilhada, social e política, onde a força feminina se destaca, revelando a bravura e o brilho que habitam cada mulher.
