SINOPSE
Uma análise profunda revela conexões e divergências entre o Tractatus e as filosofias de Kant e Schopenhauer. A cisão entre o que pode ser expresso e o que apenas pode ser sugerido é um tema central, assim como a distinção entre representação e vontade. Essas relações oferecem uma nova perspectiva sobre a metafísica, que se concentra nas interações entre o eu, o mundo e a linguagem.
O texto desafia a noção tradicional de conhecimento, sugerindo que o Tractatus não se alinha com as teorias idealistas. Essa abordagem provoca uma reavaliação da epistemologia moderna, propondo uma dissolução dos conceitos estabelecidos.
