SINOPSE
O estudo aborda a expansão e a consolidação de uma organização criminosa no sistema prisional paulista, destacando a dinâmica de poder e a figuração social resultante dessa monopolização. Questões como a estrutura e organização do grupo, além do controle social e do autocontrole individual, são analisadas com profundidade.
A discussão se estende à origem da organização e sua dependência em relação à administração prisional, enfatizando o papel do Regime Disciplinar Diferenciado na manutenção do equilíbrio de poder e na estabilidade da ordem social dentro das prisões.
