SINOPSE
Antes da era digital, as mídias impressas desempenhavam um papel crucial na formação da percepção da realidade, moldando a normalização do mundo. A análise da revista Veja, uma das publicações mais influentes do Brasil, revela como as representações da juventude são construídas e disseminadas, associando os jovens a estereótipos e visões superficiais. Enquanto a mídia exalta a juventude como um modelo de estética e consumo, também perpetua noções de imaturidade e desorientação.
Esse estudo investiga os valores sociais, culturais e econômicos que sustentam essas narrativas contraditórias. Ao dialogar com diversas áreas do conhecimento, evidencia-se a importância do consumo como um organizador simbólico das representações juvenis, demonstrando como a mídia impressa moldava percepções coletivas e influenciava comportamentos, um fenômeno que permanece relevante nos dias atuais.