SINOPSE
Exercícios de transversalidade revelam a lucidez necessária para que lutas e a construção de futuros não fiquem à deriva. A interseccionalidade entre feminismos, animalismos e veganismos propõe uma rede de práticas que desafiam as relações convencionais com o corpo, os animais e a carne, promovendo novas responsabilidades e conexões.
Essas relações desnaturalizadas abrem espaço para um convívio onde a coexistência se torna uma incumbência, não um recurso. A crítica à supremacia masculina e ao carnivorismo revela estratégias de dominação, enquanto a cosmopolítica busca reinventar essas dinâmicas, desafiando estruturas de poder enraizadas.
