SINOPSE
Uma interrogação profunda sobre como o poder molda a percepção dos corpos e seus significados. Através da análise da política neoimperialista, são identificadas as violências que permeiam as relações contemporâneas, revelando o discurso que oprime diversas minorias, como mulheres, muçulmanos, gays, imigrantes, refugiados e prisioneiros de guerra.
A reflexão sobre o reconhecimento da vida como digna de luto provoca questionamentos sobre a construção desse enquadramento, essencial para a promoção de uma política que valorize a vida e a cidadania de todos.