SINOPSE
Reivindicar que sexo é gênero implica em explorar como a materialidade do sexo é forjada. As limitações que definem os corpos como “sexuados” revelam a violência da inteligibilidade cultural. Questões sobre quais corpos são considerados relevantes e por quais razões são centrais para essa discussão. A análise busca reexaminar conceitos que geraram confusão anteriormente, ao mesmo tempo em que investiga a hegemonia heterossexual na construção de questões sexuais e políticas.
Com uma abordagem crítica, o texto se propõe a dialogar com práticas teóricas diversas, como os estudos feministas e queer. Não se trata de um manifesto programático, mas de uma tentativa de esclarecer intenções que podem gerar novos mal-entendidos, os quais, espera-se, sejam produtivos.