SINOPSE
As letras de canções podem ser lidas como poemas, mas essa relação é complexa. Questões sobre a dissociação entre melodia e letra e a intenção por trás das compilações de canções são exploradas de maneira profunda. A análise diacrônica revela a evolução da produção de cancionistas brasileiros desde o século XVIII, destacando a intersecção entre música e poesia.
Entre os artistas analisados, Domingos Caldas Barbosa se destaca, trazendo à tona as modinhas e lundus que animaram os saraus da corte portuguesa. A obra convida à reflexão sobre a natureza híbrida dessas expressões artísticas.




