SINOPSE
Conexões entre a rede financeira global revelam um intenso interesse pelo monopólio da produção de biocombustíveis, especialmente no Brasil. A financeirização da terra, a produção de sementes e fertilizantes, e a ampliação da logística para exportação são estratégias que visam dominar o mercado. A atuação da Bancada Ruralista no Congresso, financiada por empresas do agronegócio, evidencia a influência do capital internacional nesse cenário.
Famílias como Rockefeller, Morgan e Rothschild, além de outros investidores, buscam expandir seus interesses na corrida pelos biocombustíveis. Essa dinâmica tem impactos diretos sobre a política indigenista e os direitos das comunidades indígenas, que se veem ameaçadas por essas articulações.
