SINOPSE
Postais ilustrados da Exposição de 1940 revelam um circuito de identidade cultural nacional e imperial, refletindo um luto coletivo após cinquenta anos do Ultimatum de 1890. A exposição visa justificar a estabilidade do império durante a Segunda Guerra Mundial, imergindo-se no social e na construção de uma identidade que ressoa com a ideologia do Estado Novo.
O ensaio crítico propõe uma desconstrução desse processo, analisando a fixação, transmissão e revisão das identidades culturais. As incoerências de uma identidade fixa são frequentemente invisíveis, tornando essencial a revisão contínua dessas construções identitárias.
