SINOPSE
Analisando a produção fotográfica de Militão Augusto de Azevedo entre 1865 e 1885, a obra explora a representação do ser negro e seu lugar social na sociedade brasileira. A pesquisa dialoga com teorias semióticas, buscando compreender a presença e ausência dos negros nas imagens, em um contexto de modernização e mudanças sociais influenciadas pela legislação imperial e práticas cotidianas.
Além de discutir a estética e a política das composições fotográficas, a análise reflete sobre identidades fluidas e os universos do trabalho, utilizando a cultura visual como uma chave para decifrar os códigos que revelam e ocultam a história do ser negro no Brasil.