SINOPSE
Derivativos surgiram com a intenção de proteção, mas revelaram o lado mais arriscado da natureza humana. Com ironia e clareza, a narrativa explora o aspecto cômico e poético das finanças globais, traduzindo conceitos técnicos em metáforas sobre medo, ego, poder e esperança. A obra combina humor e filosofia, mostrando como o mercado reflete nossas contradições.
De ambientes financeiros a interações cotidianas, a trama ilustra a confusão entre racionalidade e caos emocional. No final, o riso se torna uma defesa contra a insanidade, revelando a busca humana por controle em meio ao imprevisível.