SINOPSE
Idolatria permeia a vida moderna, moldando instituições, sistemas e hábitos. O reconhecimento da idolatria antiga é fácil quando se apresenta de forma visível, mas a que se disfarça como ordem e progresso é mais sutil. Moloch e Leviatã são figuras centrais que representam a lógica sacrificial e a absorção do poder, respectivamente, revelando a complexidade do culto falso que invade diversas esferas da vida.
A análise propõe uma reflexão sobre a dignidade humana, que se origina em Deus, e como a desvio da adoração desfigura a ordem da vida. A obra destaca distinções entre culto verdadeiro e falso, sacrifício idolátrico e mediação legítima, convidando o leitor a redescobrir o altar e a verdadeira liberdade que surge ao retornar à adoração centralizada.