SINOPSE
Partindo da premissa de que a depressão reflete um sintoma social contemporâneo, a narrativa se desdobra em três ensaios que exploram a melancolia ao longo da história, desde a Antiguidade até a psicanálise moderna. A autora analisa como Freud transformou a melancolia em um conceito privado, enquanto a depressão ressurge como um fenômeno social. Reflexões sobre a temporalidade dos indivíduos afetados pela depressão são apresentadas, utilizando conceitos de filósofos como Bergson e Benjamin.
O último ensaio foca na clínica psicanalítica, diferenciando a depressão da melancolia e examinando as nuances da experiência subjetiva dos afetados. A obra é acessível e instigante, atraindo tanto profissionais da psicanálise quanto leitores interessados em entender a relação entre os mecanismos sociais e a subjetividade humana.