SINOPSE
Uma reflexão profunda sobre as transformações da feminilidade na cultura contemporânea, a obra questiona as relações entre mulher e posição feminina na psicanálise. A autora defende uma “mínima diferença”, explorando como homens e mulheres assumem papéis distintos na sociedade e como as mulheres se constituem como sujeitos.
A narrativa é dividida em três partes, abordando a constituição da feminilidade no século XIX, o romance de Flaubert e as teorias freudianas sobre a sexualidade feminina. A análise busca compreender as falhas na escuta das queixas femininas na psicanálise.
