SINOPSE
A desigualdade social demanda uma reflexão profunda sobre o papel da justiça e sua complexidade. O financiamento das políticas públicas na área social é crucial, e seu estudo pode levar à efetividade do princípio da equidade na seguridade social, que busca a proporcionalidade no custeio. Questões relevantes para a continuidade da seguridade social são abordadas, destacando a importância da universalidade da cobertura e do atendimento.
Em tempos de desigualdades crescentes no Brasil, a discussão sobre equidade fiscal se torna ainda mais pertinente. O texto explora os meios atuais e as possibilidades para alcançar a equidade no custeio da seguridade social, reafirmando a necessidade de uma isonomia que reduza as desigualdades e fortaleça o ideário da justiça.
