SINOPSE
A investigação sobre a relação entre o Estado e a ação política revela a complexidade do ser humano como um “Animal Político”. A definição aristotélica sugere que a felicidade está ligada ao exercício do pensamento e à vida em comunidade, enquanto a virtude se torna um habitus essencial para a boa conduta. O realismo político de Maquiavel, ao focar na conquista e manutenção do poder, desafia sistemas éticos tradicionais, propondo uma avaliação da ação política baseada na razão e na força.
Max Weber, por sua vez, analisa a legitimidade e a autoridade, destacando a importância das relações de influência e a burocratização nas organizações modernas. Ele diferencia a “ética das últimas finalidades” da “ética da responsabilidade”, enfatizando a necessidade de uma abordagem que integre ambas para o desenvolvimento do “Homem Autêntico”, refletindo sobre a moralidade na prática política e suas implicações sociais.