SINOPSE
Racismo e sexismo institucionais permeiam as penitenciárias femininas, revelando a urgência de um olhar crítico sobre a situação das mulheres encarceradas. Através de uma metodologia afrocentrada, são analisados dados sobre a falta de políticas públicas que abordem gênero e raça, especialmente em Salvador.
Esse estudo oferece um retrato necessário do sistema prisional brasileiro, destacando a epidemia do encarceramento em massa que afeta desproporcionalmente a população negra e pobre. A reflexão proposta é essencial para a conscientização e mudança social.