SINOPSE
Entre 1972 e 2000, treze congressos brasileiros de arquivologia foram realizados, mas apenas 35,3% das recomendações aprovadas foram implementadas. A pesquisa revela que muitos pleitos apresentados como inovações já haviam sido discutidos anteriormente, sem que houvesse a devida execução. Questões como a falta de mobilização da comunidade e a desorganização do material podem ter contribuído para essa situação.
Um percentual significativo de propostas e reivindicações permanece esquecido, resultando na formulação de novas sugestões que repetem demandas anteriores. Essa contradição profissional evidencia a necessidade de uma reflexão sobre a efetividade das ações arquivísticas ainda pendentes.
