SINOPSE
Entre 2013 e 2015, o Sudeste do Brasil enfrentou uma das crises hídricas mais severas de sua história, marcada por um clima excepcionalmente seco e quente. As regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas e Sorocaba, já vulneráveis desde 2001, sofreram com a escassez de água, resultando em degradação dos mananciais e na interrupção do fornecimento de água tratada.
A gravidade e a duração dessa crise revelaram a fragilidade dos recursos hídricos na região, impactando diretamente a vida cotidiana e levantando questões sobre a gestão e a preservação dos recursos naturais essenciais para a população.