SINOPSE
Um diálogo entre memória, história e literatura revela a análise de um romance que retrata a sociedade carioca entre as décadas de 1850 e 1870, destacando práticas como o casamento de conveniência. Essa prática, que visava a ascensão social e econômica das famílias aristocráticas, é criticada por seu caráter mercantil, em contraste com o ideal de amor que permeia outras narrativas do autor.
A crítica ao matrimônio como um mercado de valores sugere uma analogia com o regime escravocrata da época. A trama inverte papéis, apresentando a mulher como provedora e o homem em posição subserviente, desafiando as normas sociais estabelecidas.