SINOPSE
Uma análise profunda revela como a máquina pública se transforma sob influências autoritárias, evitando a dilatação semântica do termo “fascismo”. A construção do Estado fascista é examinada, destacando a reutilização de leis e estruturas democráticas que o precederam, um exercício essencial de inteligência política.
Regimes de exceção emergem não apenas da violência, mas também da manipulação astuta das instituições. Essa reflexão crítica nos convida a entender as sutilezas que permitem a ascensão de sistemas opressivos, ressaltando a importância de vigilância constante na preservação da democracia.