SINOPSE
As origens da Dívida Externa brasileira e a validade dos instrumentos que a multiplicaram são temas centrais na análise de um período conturbado da história econômica do país. A regulamentação do sistema financeiro, abordada no artigo 192 da Constituição, gerou intensas controvérsias, especialmente em relação às taxas de juros, que enfrentaram forte resistência dos bancos.
A cuidadosa reconstrução dos eventos que marcaram a Constituição de 1988 revela episódios surpreendentes sobre a inclusão de itens sem a devida aprovação. A narrativa oferece um olhar profundo sobre as lutas políticas e a formação de um arcabouço legal que permitiu a atuação do sistema financeiro sem limites.




