SINOPSE
O cotidiano das Minas Gerais no século XVIII revela a força e a resiliência das mulheres que, mesmo em uma sociedade patriarcal, conseguiram gerenciar negócios e acumular rendas. Apesar de estarem à margem do poder político, muitas viúvas brancas tornaram-se chefes de família, desafiando as normas sociais da época. A Igreja e o Estado promoviam a submissão feminina, mas a realidade se mostrava mais complexa.
As experiências dessas mulheres são fundamentais para entender sua participação na sociedade mineradora. Relatos sobre suas vidas e desafios ajudam a refletir sobre como elas superaram barreiras impostas pela misoginia, ocupando espaços significativos em um contexto dominado por homens.