SINOPSE
Textos que emergem da vivência de um estudante de medicina em uma clínica da família revelam a dura realidade da desigualdade social no Brasil. Através de relatos sensíveis, é possível perceber as violências cotidianas e a importância de uma abordagem que transcende as especialidades médicas, conectando-se com o ambiente e as experiências do outro.
A escrita se torna um ato de resistência, promovendo a escuta e a empatia. Ao refletir sobre a dor alheia, o autor nos convida a resgatar a humanidade perdida, desafiando-nos a não endurecer diante das adversidades e a valorizar a linguagem como um elemento fundamental de nossa existência.
