SINOPSE
No início do século XVI, um renomado teólogo dedicou-se à tradução do Antigo Testamento, após concluir a versão do Novo Testamento em alemão. Este período foi marcado por um intenso trabalho, onde comentários de livros e passagens foram elaborados, refletindo sua profunda conexão com o texto sagrado e o ensino em sala de aula, apoiado por colegas acadêmicos.
A atividade docente, realizada em um ambiente tenso devido a questões políticas, proporcionou um espaço para discussões informais sobre a tradução. A obra revela um diálogo constante entre as versões em alemão e latim, fundamentado em critérios filológicos, destacando a influência da exegese humanista na interpretação dos textos originais.