SINOPSE
A doutrina da escravidão da vontade é apresentada como fundamental para a compreensão do evangelho e da fé cristã. A obra oferece uma análise crítica dos argumentos em favor do livre-arbítrio, defendidos por Erasmo, que se alinha à visão humanista da Igreja Católica Romana.
Por meio de uma reflexão baseada em princípios bíblicos, a leitura revela como muitos evangélicos contemporâneos tendem a se afastar da perspectiva reformista, adotando, em vez disso, uma postura mais próxima do humanismo. Essa análise provoca uma reavaliação do entendimento atual do evangelho.




