SINOPSE
Um marco na reflexão sobre a Revolução de 1968, a obra explora as profundas transformações sociais e políticas que emergiram daquele período. Os autores, pensadores engajados, analisam a luta anticapitalista e a busca por um socialismo que não se limite a substituir uma elite por outra, mas que clame por uma verdadeira mudança estrutural. A narrativa se desenrola em meio a universidades, ruas e praças, revelando a efervescência de um momento que reverberou em diversas partes do mundo.
Com uma linguagem intensa e provocativa, a obra questiona o sentido das lutas sociais e os novos protagonistas que desafiaram o status quo. Através de um olhar crítico, os autores desconstroem a ilusão do progresso linear, destacando a importância da “desordem nova” que emergiu nas ruas de Paris. A Brecha, como conceito, continua a inspirar reflexões sobre a resistência e a luta por justiça social nos dias atuais.
